FIDCs impulsionados pelas fintechs

Os FIDCs ganham “crédito” impulsionado por uma nova onda de fintechs.

Anteriormente mais restrito a grandes empresas, os FIDCs ( Fundos de Investimento em Direitos Creditórios ) ultrapassaram os R$ 100 bilhões em emissões no ano de 2021.

No entanto, também surge a oportunidade para as fintechs financiarem as suas operações nestes fundos.

Neste caso, se tornando uma opção aos investidores para diversificarem suas carteiras de investimento.

FIDCs

No entanto, percebemos uma crescente popularidade dos FIDCs no mercado, conhecidos também como veículos de securitização de dívida.

Vale ressaltar que os fundos em direitos creditórios estavam restritos apenas as grandes empresas.

Porém, agora eles estão entrando na agenda das startups e empresas de pequeno porte. 

“O FIDCs já vinham em evolução, porém agora quem está puxando mais essa demanda são as fintechs

Gabriel Nascimento, sócio fundador da Ulend.

Com os dados da consultoria Uqbar conseguimos avistar ainda mais a evolução do mercado:

Em 2021, o volume total de emissões via FIDCs no Brasil foi superior a R$ 100 bilhões, contra R$ 71,9 bilhões em 2020.

Além do mais, os FIDCs lançados pelas startups financeiras somaram R$ 8 bilhões no primeiro semestre de 2021, resultando em uma alta de 16% no mesmo período. 

E também, a consultoria afirmou que pelo menos todo mês há um FIDC estruturado por uma fintech.

As fintechs conseguem oferecer maior potencial de captação através dos seus ativos e carteiras.

Contudo, esses veículos de securitização permitem às empresas crescerem com a sua originação mas cedendo esses direitos para investidores que topam o risco dessa carteira.

No entanto, o FIDC surge como uma opção de renda fixa para os investidores profissionais e qualificados.

Uma excelente opção diante do cenário de volatilidade do mercado, elevação das taxas de juros e maior aversão ao risco no mercado.

“ O FIDC está se situando em um terror mais fértil com o investidor, mais aberto e propenso à renda fixa.”

Empresas

Contudo, os investidores estão com apetite maior por produtos com empresas já testadas e aprovadas, ou seja de maior segurança. 

Porque quando a carteira vai maturando e as safras de originação vão bem, essas companhias começam a ter acesso a mais recursos e a um funding mais barato. 

Além disso, o fundo oferece uma maior previsibilidade do custo de financiamento no longo prazo.

Porque as empresas até poderiam acessar uma linha de investimento nos bancos, porém ficariam dependente dos seus termos burocráticos.

Já em um FIDC você customiza os termos de acordo com a sua necessidade. 

Ao mesmo tempo, o custo é mais baixo porque você customiza as proteções para o investidor.

FIDC: “ouro” da renda fixa

Então, o FIDC se tornou o ouro da renda fixa!

Já que esses fundos podem amortecer cenários voláteis para as empresas e investidores.

Pois, em cenários de volatilidade, encontrar alternativas de investimento que ofereçam estabilidade é super relevante ao investidor.

A fintech Ulend veio para revolucionar o mercado, oferecendo uma potencial carteira de crédito privado, mais rentável que renda fixa, mais seguro que renda variável.