Investir do zero: como posso começar?

Investir do zero: como posso começar?

Investir do zero

Investir do zero. Começar a investir requer uma série de precauções, estudos e análises de mercado. Investir um certo tempo e dinheiro nesses quesitos irá gerar ótimos retornos no futuro, seja para uma viagem de férias, comprar algum bem ou melhorar a aposentadoria.

Você sabe o que levar em consideração ao iniciar seus investimentos?

Primeiramente, o cuidado ao selecionar as informações verídicas (na internet principalmente) é essencial. Fique atento aos golpes publicitários que podem surgir por aí.

Novos investidores devem tomar cuidado com aplicações de retorno a curto prazo, e evitar as mais agressivas. No início, é importante se localizar e entender para onde ir. Com o tempo, você entenderá melhor qual é o seu perfil como investidor: conservador, moderado ou agressivo. Definir suas tolerâncias ao risco fará com que faça escolhas mais objetivas para a sua meta.

Quais tipos de investimento são mais interessantes para quem vai começar a investir do zero?

Essa pergunta pode ser feita também de outra maneira: “quais tipos de investimento apresentam menores riscos?”

Os mais seguros são os de renda fixa, que basicamente são títulos de dívida emitidos por uma instituição. As taxas podem ser pré-fixadas ou pós-fixadas. Na primeira modalidade, você investe e já sabe quanto vai receber na data do vencimento, como as P2P, por exemplo. Na segunda, as taxas de rendimento são atreladas a algum indexador, como o IPCA ou a taxa Selic, ou seja, os retornos variam de acordo com as oscilações dos indexadores.

É interessante também acompanhar os investimentos de renda variável. Ficar de olho nas variações da bolsa pode ser muito útil, principalmente em épocas de grandes oscilações de mercado. Porém, o risco é um pouco maior que os de renda fixa.

Se você está dando seus primeiros passos no mundo dos investimentos, te convidamos a fazer o cadastro aqui* na plataforma da Ulend. A grande maioria de nossos investimentos, além de serem renda fixa pré-fixados, possuem garantias reais que mitigam os riscos de inadimplência.

Laís Pizzingrilli e Mariana Carandina

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