3 mentiras que os filmes de mercado financeiro contam

3 mentiras que os filmes de mercado financeiro contam

Mentiras filmes mercado financeiro

Se você gosta de cinema, provavelmente já assistiu alguns filmes relacionados ao mercado financeiro – você pode ver aqui um Top 10 filmes sobre o assunto que separamos para você – e deve ter pensado: “Investir não é para mim!”. Mas pode ficar tranquilo que contaremos aqui as mentiras dos filmes de mercado financeiro.

Mentira 1: Vivemos em iates e em festas todos os dias.

Isso não faz sentido. Primeiramente, é importante saber que investidores dificilmente possuem o hábito de ostentar. Para eles, ostentar é sinônimo de viver em função do que os outros pensam. E, viver em prol dos outros, faz com que você aumente os seus gastos e queria gastar mais do que ganha, caminhando para a mentalidade da pobreza.

Que fique claro: iates e festas somente em HollyWood.

Mentira 2: Só investe quem tem muito dinheiro.

Em vários filmes que assistimos, vemos o personagem principal “montado no dinheiro”. E qual é a nossa impressão? Infelizmente, que estamos muito longe dessa realidade. Essa é mais uma das mentiras dos filmes de mercado financeiro.

Mas, pelo contrário, para começar a investir você só precisa ter o que sobra no final do mês. Você investe esse valor e começa a receber os juros. Assim, aos poucos, seu investimento vai ficando cada vez mais denso.

Mentira 3: Seu local de trabalho parece um harém.

Fizemos um balanço e, para você ter ideia, a maioria dos investidores trabalham em casa. Sim, você precisa de muito pouco para começar a investir. Um computador, internet e um local tranquilo já são suficientes para você começar. Com isso, por mais simples que pareça, você está apto para ser um grande investidor.

Por fim, a nossa dica é: da próxima vez que vocês assistiram algum filme de HollyWood, que dará ênfase ao mercado financeiro e aos investimentos, prestem bastante atenção, combinado?

Gostou? Caso queira começar a investir, é só clicar aqui ou se tiver alguma dúvida, é só comentar aqui embaixo.

Laís Pizzingrilli

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